Dores no ouvido? Os exames de imagem podem ajudar a identificar as causas.

São diversos os fatores que podem ocasionar dor no ouvido, desde receber um vento mais frio, que contrai os pequenos músculos da região e a sensibiliza, quanto, mais explicitamente, um trauma.

Esse sintoma costuma indicar otite, inflamação ou infecção no ouvido, mas pode vir acompanhado de outras queixas, como febre, vermelhidão, coceira e dor de cabeça.

Como é formado o ouvido?

Em termos de anatomia, o ouvido é formado pelo ouvido externo, médio e interno.

O ouvido externo (“parte de fora do ouvido”) é formado pelo pavilhão auricular e pelo canal auditivo, que é delimitado interiormente pela membrana timpânica (tímpano).

O ouvido médio (OM), revestido por uma mucosa de tipo respiratório, é composto pela cadeia ossicular (martelo, bigorna e estribo), pelas cavidades aéreas da caixa do tímpano e da mastóide, e pela trompa de Eustáquio que liga estas cavidades à nasofaringe.

O ouvido interno é a parte mais profunda do aparelho auditivo e é formado pela cóclea e pelo vestíbulo.

Todas essas partes juntas, que formam o ouvido como um todo, possui a importante função de tornar possível a audição.


Quais exames de imagens podem ajudar a identificar as causas de dores no ouvido?

Os exames de imagem como a ressonância magnética e a tomografia computadorizada são ideias para avaliar as estruturas do ouvido e para auxiliar o médico no diagnóstico de diversas doenças que podem afetar a audição.

A ressonância magnética tornou-se um método imprescindível no diagnóstico diferencial das patologias inflamatórias do ouvido podendo fazer diferenciação entre colesteatoma, hoiperplasia mucosa (otite média crônica) e alterações fibrocicatriciais.

Já a tomografia computadorizada, consegue obter imagens de alta resolução, que podem ser reconstruídas em diferentes planos ortogonais a fim de obter o máximo de informações possíveis sobre o problema.

A tomografia é indicada para os seguintes casos:

  • Estudo da perda auditiva;
  • Estudo da otite média crónica;
  • Infecções de repetição;
  • Estudo da mastoidite;
  • Avaliação do colesteatoma;
  • Estudo da deiscência do bulbo jugular ou canal carotídeo;
  • Avaliação de alterações nos vasos sanguíneos;
  • Estudo de malformações;
  • Avaliação de implantes cocleares;

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